Projeto Cinturão Verde de Porto Alegre - Rio Grande do Sul

O Projeto Cinturão Verde de Porto Alegre é um coletivo de entidades locais e ambientais que lutam pela conservação ambiental e manutenção das características rurais  da região extremo sul de Porto Alegre.

caminhos-rurais

As entidades participantes são:

Associação dos Produtores, Moradores e Amigos da Estrada do Rincão.
APEL (Associação de Produtores Ecológicos do Lami)
APRESUL (Associação de Produtores Ecológicos do Extremo Sul)
Associação Porto Alegre Rural
Centro Agrícola Demonstrativo (CAD) - Emater
Casatierra
Cooperativa de Produtores Ecológicos Arco-íris
Instituto Biofilia
Instituto Gaucho de Estudos Ambientais
Instituto Econsciência
Núcleo Amigos da Terra – Brasil
Núcleo de Fauna da SMAM
ONG Solidariedade
Programa Macacos Urbanos -UFRGS

 

Atuação

O coletivo tem atuação no Conselho Municipal do Meio Ambiente (COMAM) , Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental (CMDUA), Fórum Regional do PDDUA (RP8), GT Zona Sul (PMPA), Conselho Municipal de Agricultura e Abastecimento e Feiras Ecológicas de Porto Alegre.

Objetivos

A principal proposta é que seja restabelecida a zona rural de Porto Alegre, dando um limite territorial claro para o crescimento urbano. Essa proposta também é defendida por arquitetos e urbanistas, que inclusive elaboraram um projeto de lei que restitui a zona rural do município. O projeto de lei já foi apresentado e aprovado no Fórum Municipal de Entidades, que discute ativamente a revisão do PDDUA.

Reinvindicar por politicas públicas contínuas de apoio a produção primária na região e fortalecimento da extenção rural em Porto Alegre.

A produção é um excelente vetor de desenvolvimento regional e sempre o que impulsionou a economia local. O que a comunidade quer é emprego e renda e não a  urbanização precoce da região.

Biorregião de Porto Alegre/Itapuã

Nos morros da biorregião do extremo sul de Porto Alegre e Itapuã, já no município de Viamão, remanescentes da vegetação natural de campos e florestas encontram-se preservados enquanto que, nas áreas planas, originalmente ocupadas por matas e banhados, se destacam as áreas de produção rural entremeadas por pequenas áreas florestais e matas ciliares. A manutenção desses fragmentos florestais, ao longo de toda a região, é fundamental para que ocorra o trânsito de animais e plantas, processo essencial para a conservação das espécies.

No caso dos morros São Pedro, Quirinas e da Extrema (sul de POA), muitas propriedades ainda possuem mais da metade de sua área preservada, fazendo desses morros os mais conservados da capital. Nesses locais, que apresentam ricas áreas de campo nativo e exuberantes florestas, ainda é comum o avistamento de bugios, graxains, aracuãs e ocasionalmente, aves raras, como o tangará dançador.

O Programa Macacos Urbanos, grupo interdisciplinar de Pesquisa e Conservação do bugio-ruivo (UFRGS), trabalha na região desde 1993. Seus estudos demonstram a importância dessa área para a conservação local do bugio-ruivo, espécie ameaçada de extinção no Estado do Rio Grande do Sul.

Esses mesmos estudos também ressaltam a necessidade de estabelecer corredores ecológicos na região, garantindo a conexão dos Morros São Pedro/Extrema com os demais morros, bem como com a Reserva Biológica do Lami – José Lutzenberger e com o Parque Estadual de Itapuã, viabilizando, dessa forma, a conservação da paisagem e de todos os seus elementos naturais dessa belíssima biorregião.

Para saber mais sobre este projeto, por favor acesse o website abaixo:

http://www.cinturaoverdepoa.org.br/

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